Vault Architect  ·  Processos internos  ·  Lisboa, Portugal

Automação de processos internos e back-office

Diga o que precisa. Ele faz.

Um assistente montado à medida da sua empresa para o trabalho administrativo que se repete todas as semanas. Lê, classifica, cruza contas e prepara o que a direção tem de decidir, a trabalhar 24 horas por dia.

24 horasTrabalha enquanto o escritório está fechado
Sem formaçãoPede-se por escrito, como se pede a um colega
Fica seuO que se constrói é da sua empresa
Nunca inventaO campo que falta segue para uma pessoa
01  O trabalho que não se vê

O trabalho administrativo que ninguém tem como tarefa.

Ler os emails da caixa de entrada e mandar cada um para a pessoa certa. Copiar os valores de uma fatura para a contabilidade. Ver quem pagou e quem não pagou. Juntar os números para a reunião de segunda.

Não é o que se vende

Não aparece em relatório nenhum.

Não é o trabalho pelo qual a empresa é paga e não tem dono claro. Anda dividido entre o dono e uma ou duas pessoas do escritório. Mas é feito todas as semanas, por pessoas que custam dinheiro.

Onde os erros se acumulam

A fatura que ficou por lançar sai daqui.

Ninguém consegue fazer trabalho repetitivo com atenção durante muito tempo. O pagamento que ninguém cobrou e o lançamento em duplicado nascem sempre no mesmo sítio.

Não espera

A reunião de segunda é na segunda.

A fatura tem prazo e quem escreveu está à espera de resposta. Por isso come o tempo de quem já tinha mais que fazer, muitas vezes o do próprio dono.

Este trabalho está repartido por várias pessoas, e por isso ninguém sabe ao certo quantas horas leva. Quando se conta pela primeira vez, o número é quase sempre maior do que se pensava.

02  Quanto custa contratar para isto

Um assistente pessoal custa 29.385 euros por ano.

Combina-se um ordenado de 1.200 euros limpos, que é como se fala destas coisas. Em bruto são 1.550, e é aí que a conta da empresa começa, não acaba.

Custo real anual de contratar um assistente pessoal
Salário bruto, 1.550 € × 14 mesesCatorze e não doze, por causa dos subsídios de férias e de Natal21.700,00 €
Contribuição da entidade patronal, 23,75%Paga pela empresa, por cima do bruto5.153,75 €
Subsídio de alimentação, 242 dias em cartãoA 10,46 € por dia, o limite isento de 20262.531,32 €
Custo real para a empresa29.385,07 €

São 2.449 euros por mês, ou 16,70 euros por cada hora efetivamente trabalhada.

E há as horas que ficam a descoberto.

Uma pessoa faz quarenta horas por semana. A semana tem cento e sessenta e oito. Mesmo a pagar o ano inteiro, este trabalho está coberto em menos de um quarto do tempo.

40 horas pagas 128 sem ninguém

Férias, baixas e formação pagam-se à mesma, e o seguro de acidentes de trabalho fica por cima desta conta. Quando a pessoa sai, a formação da seguinte começa do zero.

03  O que passa a correr sozinho

Onze processos internos que passam a correr sozinhos.

São exemplos do que costuma entrar. A lista de cada empresa é a dela.

  • 01

    Triagem e encaminhamento de emails

    A caixa de entrada é lida a qualquer hora e cada mensagem segue para o departamento certo, já com o resumo do que lá vem escrito. De manhã, quem dirige recebe a caixa por ordem de urgência e sem a publicidade.

  • 02

    Leitura de faturas e recibos

    As faturas em PDF são lidas, e o nome da empresa, o NIF, o valor sem IVA, a taxa, a data de vencimento e o IBAN saem em tabela pronta a lançar no software de gestão que a casa já usa.

  • 03

    Batimento de contas e reconciliação

    O extrato do banco é cruzado com as faturas emitidas e recebidas. O que falta pagar é assinalado à direção, com nome e valor.

  • 04

    Auditoria dos custos fixos

    As faturas da luz, das telecomunicações e do software são lidas com o histórico ao lado. Um consumo que sobe sem explicação, ou um contrato que ficou caro, é assinalado com o valor em jogo.

É trabalho que se faz todos os dias e que nunca fica feito.

Quando o documento vem incompleto, uma fatura fotografada de lado ou um recibo sem NIF, o campo fica por confirmar e o documento segue para uma pessoa. Nunca se preenche um valor por suposição, porque um número inventado na contabilidade custa mais do que o campo em branco.

04  O que devolve

A automação devolve trinta e duas horas por semana.

E não sai às seis. As horas abaixo são uma ilustração. As da sua empresa medem-se no diagnóstico, antes de se propor seja o que for. Cada hora está a 16,70 €, o custo real do assistente da conta anterior.

Horas devolvidas por semana e valor anual, por operação
OperaçãoHoras por semanaPor ano
Triagem e encaminhamento de emails6 h4.408 €
Leitura de faturas e recibos5 h3.673 €
Batimento de contas e reconciliação3 h2.204 €
Auditoria dos custos fixos1 h735 €
Relatórios e síntese executiva4 h2.938 €
Esboços de apresentações2 h1.469 €
Textos que a direção tem de assinar3 h2.204 €
Qualificação de pedidos e formulários3 h2.204 €
Triagem de candidaturas e reuniões3 h2.204 €
Ligação entre ferramentas isoladas2 h1.469 €
1.408 horas por ano32 h23.508 €

Há uma conta que não está nesta tabela. Faturas por cobrar e pagamentos que ninguém reclamou são receita, e valem mais do que estas horas. O que a auditoria cortar numa fatura fica cortado todos os meses.

São 23.508 dos 29.385 euros da contratação, com o sistema a correr 24 horas por dia.

05  Como funciona

Primeiro o sistema aprende a empresa. Só depois trabalha.

Antes de fazer seja o que for, o sistema tem de saber o que a sua empresa é. As regras, os serviços, o vocabulário da casa, o que se faz e o que nunca se faz. Sem essa base, adivinha.

Passo 01

Os documentos

Escreve-se o negócio: o que é, como funciona, o que faz e o que nunca faz.

Passo 02

O índice

Diz ao sistema onde está cada coisa, para ler pela ordem certa antes de responder.

Passo 03

As operações

Por cima dos documentos, cada trabalho concreto do negócio, construído à medida.

Passo 04

A conversa

Pede-se em português corrente. Não há painel para aprender nem campos para preencher.

Vault · a sua empresaonline
Quanto é que faturámos a este cliente este ano?09:12
Este ano, 41.380 € em nove faturas. Duas continuam por pagar, no total de 6.150 €, uma delas vencida há 22 dias.09:12
Manda-me isso em tabela e avisa-me na sexta se continuarem por pagar.09:13
Fica na sua caixa de entrada. Sexta de manhã volto a verificar e só lhe escrevo se ainda estiverem em aberto.09:13

Uma pergunta de terça de manhã, respondida com os números da casa.

O que fica seu

A estrutura construída no arranque, os documentos e as operações, é propriedade da sua empresa. Foi paga por si e só serve o seu negócio. As contas das ferramentas ficam em nome da empresa desde o primeiro dia, e o sistema tem acesso apenas ao que cada processo precisa, nunca acesso geral por ser mais cómodo de configurar.

O que se constrói fica da sua empresa Fale connosco
06  Os limites

O que a automação nunca faz.

Quatro linhas que ficam sempre com a sua equipa, e é assim de propósito.

A decisão de negócio continua sua

Aprovar uma despesa, perdoar uma dívida ou mudar condições comerciais chega pronto a assinar. Se quiser que passe a automático, define-se a regra e passa. A escolha é sua, não do sistema.

Não age sem deixar rasto

Tudo o que faz fica registado e é possível perceber porquê. Automação que não se consegue auditar é passivo, não é ativo.

Não substitui a contabilidade

Organiza, classifica e prepara. Quem responde perante as Finanças continua a ser o contabilista da empresa.

Não corre sobre um processo mal desenhado

Automatizar um processo mau só o torna mais rápido a repetir o mesmo erro. Primeiro arruma-se, depois automatiza-se.

Cada número vem com a página de origem

O resumo vem com o documento agarrado e a página onde está cada número. Não é preciso andar à procura do PDF para confirmar.

Não preenche o que não leu

Documento incompleto fica por confirmar e segue para uma pessoa. Um número inventado na contabilidade custa mais do que o campo em branco.

07  Com o que se constrói

Integração com as ferramentas que já usa.

O sistema entra por cima do que existe. Não se troca o software de gestão nem se pede à equipa que aprenda outro sítio para escrever as mesmas coisas.

Com o que construímos

Cada peça faz uma coisa só. Escolhem-se conforme o negócio, não há receita única.

E liga ao que já tem

Não se impõe ferramenta nova. Liga-se ao que a casa já abre todos os dias.

08  Como se começa

Como começa um projeto de automação de processos.

As horas contam-se antes de haver proposta. O primeiro passo é perceber como o trabalho acontece na sua empresa, e é daí que sai tudo o resto.

01  Diagnóstico

Mapear cada processo como ele existe hoje, incluindo as exceções que nunca foram escritas, e contar as horas que leva. Sem estes números não há como provar retorno ao fim do primeiro mês.

02  Âmbito e investimento

Que processos entram, o que fica de fora e o que custa. Escrito antes de se construir seja o que for, para não haver surpresas na fatura.

03  A funcionar

O sistema construído e testado contra as exceções do seu negócio, não só contra o caso que corre bem. Ao fim do primeiro mês, os números contra os do início.

Nem todos os processos estão prontos a automatizar. Se as regras se contradisserem, ou se uma parte só existir na cabeça de uma pessoa, o diagnóstico diz isso com clareza, e arruma-se o processo primeiro. Às vezes a resposta honesta é que não vale a pena, e preferimos dizê-lo antes de lhe cobrar seja o que for.

As horas que saem da sua semana aparecem no mapa, e é aí que se vê o que mudou.

09  Perguntas frequentes

O que costumam perguntar antes de avançar.

Se a sua não estiver aqui, faça-a diretamente.

Isto vem substituir pessoas da minha equipa?

Não. O que sai da frente das pessoas é o trabalho que não tem dono, aquele que fica sempre para o fim do dia e que ninguém foi contratado para fazer. As horas que se devolvem voltam para o trabalho pelo qual a empresa é paga.

Tenho de mudar as ferramentas que já uso?

Não. O sistema entra por cima do que já existe: o email, a drive, as folhas de cálculo, a faturação e o software de gestão da casa. Se alguma coisa não permitir ligação direta, diz-se no diagnóstico e procura-se outro caminho antes de haver proposta.

De quem é o que for construído para a minha empresa?

É seu. Os documentos, o índice e as operações construídas no arranque são propriedade da sua empresa, porque foram pagos por si e só servem o seu negócio. As contas das ferramentas ficam em nome da empresa desde o primeiro dia.

Onde ficam os meus dados e quem lhes acede?

O princípio é o do acesso mínimo. Cada processo tem acesso apenas ao que precisa, nunca acesso geral por ser mais cómodo de configurar. Tudo o que o sistema faz fica registado e é possível perceber porquê. O cliente é o responsável pelo tratamento e a Sakuzo é subcontratante.

O que acontece se o processo estiver mal desenhado?

Diz-se, e arruma-se primeiro. Automatizar um processo mau só o torna mais rápido a repetir o mesmo erro. Um diagnóstico pode acabar com a resposta de que não vale a pena automatizar, e é preferível dizê-lo antes.

Ao fim de quanto tempo se vê se resultou?

Logo que o sistema entra em funcionamento, as horas começam a ser devolvidas nesse mesmo dia. A prova formal faz-se com números: as horas de cada processo são contadas no diagnóstico, antes de haver proposta, e comparam-se com as do sistema já a trabalhar.

Comece por uma conversa

Meia hora chega para saber quantas horas está a gastar nisto.

Sem compromisso. Levamos as perguntas, traga os números do seu negócio, e saímos os dois a saber por onde se começa.

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