A mensagem das onze da noite não espera pela manhã.
As faltas contam-se. Quem escreveu e nunca teve resposta não aparece em relatório nenhum. O que não se vê não entra em decisão nenhuma, e por isso nunca se resolve.
Atende sempre. Nunca inventa.
Dois agentes, um para as mensagens e outro para o telefone. Percebem o que a pessoa quer, consultam a agenda real e marcam no momento, a qualquer hora do dia ou da noite.
O cliente escreve ou liga a dois ou três sítios ao mesmo tempo, e marca no primeiro que responder. À hora que lhe dá jeito: depois do jantar, ao domingo, ou enquanto a sua equipa está ocupada com quem tem à frente.
As faltas contam-se. Quem escreveu e nunca teve resposta não aparece em relatório nenhum. O que não se vê não entra em decisão nenhuma, e por isso nunca se resolve.
Quem liga a marcar raramente deixa mensagem. Desliga e liga ao número seguinte. E há o sinal de ocupado, que é perder com a casa cheia.
Números redondos. Os do seu negócio medem-se no diagnóstico, e a conta ainda fica curta: um cliente que fica volta durante anos.
Contratam-se juntos ou separados. O que decide é o canal por onde o seu negócio perde mais contactos, e isso vê-se no diagnóstico.
Marcar, pedir o nome, pedir o contacto e agendar o lembrete é o que está a acontecer na conversa lá em cima.
O que muda no seu software muda no agente. E o que não estiver lá, ele não inventa.
Atender, identificar-se, oferecer horas, recolher os dados e registar é o que está a acontecer na chamada aqui em baixo.
O que muda no seu software muda no agente. E o que não estiver lá, ele não inventa.
O agente é construído numa língua, a que o seu negócio escolher. A base de conhecimento inteira é escrita nela: serviços, durações, regras, tom e respostas. A partir da segunda língua esse trabalho repete-se todo.
A maioria do mercado vende uma árvore de respostas, com guiões escritos à mão. Encrava assim que a conversa sai do caminho previsto. Bonito na demonstração, frágil na vida real.
Percebe linguagem natural, escrita ou falada. Aguenta interrupções e perguntas fora de ordem. Não decide nada.
Vai aos dados reais: agenda, durações, quem faz o quê, folgas, feriados e as regras da casa. Devolve só o que existe. Corre sempre igual, e não tem margem para inventar.
A marcação entra na agenda que a sua equipa já abre todos os dias, com o serviço e a duração certos. Sem segunda agenda e sem recados por email para alguém passar à mão.
Cada peça faz uma coisa só. Escolhem-se conforme o negócio, não há receita única.
Não se impõe ferramenta nova. Liga-se ao que a casa já abre todos os dias.
Um sistema que deixa o agente decidir acaba por marcar duas pessoas à mesma hora. O nosso não o faz porque é o sistema que decide.
Ao salário mínimo de 2026, que é o cenário mais barato possível. O salário bruto é só o princípio da conta que a empresa paga.
| Salário, 920 € × 14 mesesCatorze e não doze, por causa dos subsídios | 12.880,00 € |
|---|---|
| Contribuição da entidade patronal, 23,75%Paga pela empresa, por cima do bruto | 3.059,00 € |
| Subsídio de alimentação, 242 diasA 6,15 € por dia em dinheiro. Em cartão, sobe | 1.488,30 € |
| Custo real para a empresa | 17.427,30 € |
Uma pessoa faz quarenta horas por semana. A semana tem cento e sessenta e oito. Mesmo a pagar o ano inteiro, o atendimento fica coberto em menos de um quarto do tempo. Férias e baixas ficam por cima desta conta.
O agente faz as 168 horas e atende vários ao mesmo tempo. Quem liga às onze da noite, à hora de almoço ou na semana em que a porta está fechada é atendido na mesma, e marca para um dia em que ela está aberta. Hoje essa marcação não chega a existir. A pessoa desliga e marca noutro sítio.
Não há dois agentes iguais. Uma barbearia com dois espaços e um número de telefone tem um problema diferente de uma clínica com regras de primeira consulta.
Onde se perdem contactos, que regras existem, e o registo do antes: marcações por mês, faltas, tempo ao telefone. Sem esta base, daqui a um mês não há prova de nada.
Serviços, durações reais, quem faz o quê, horários, folgas, e as regras que nunca foram escritas em lado nenhum. É sobre isto que o agente responde.
Nada entra em serviço sem ser testado contra os casos do seu negócio, incluindo os que correm mal.
Um agente que responde a tudo é um risco para o negócio. Este tem limites definidos, e os limites fazem parte da entrega, explicados no arranque.
Passam sempre para uma pessoa, com o resumo já feito.
Marca a consulta. Não opina sobre sintomas nem tratamentos.
Descontos e condições especiais não se negoceiam com ele.
Responde com educação e devolve a conversa ao negócio.
Se não sabe, diz que não sabe e encaminha.
Regista o contacto e não inventa um prazo à equipa.
Carregue numa e veja o que ele responde.
As da empresa e do método estão na página inicial.
Não, porque não é o modelo de linguagem que decide. A conversa é tratada por inteligência artificial, mas a decisão consulta a agenda real, as durações e as regras do negócio, e só devolve o que existe.
Primeiro vê-se qual é o software do seu negócio e o que ele deixa fazer. É no diagnóstico que se desenha o que vai ser ligado. Se não abrir, o agente trabalha pela agenda ou pela folha que a equipa já usa todos os dias. Monta-se sempre consigo, e explica-se o que está a ser feito.
Não. Usa-se o número que o negócio já tem e que os clientes já conhecem. Quem liga ou escreve não muda nada no que faz.
Sim. O agente tem nome próprio, escolhido consigo, e apresenta-se na primeira frase: "É a Maria, assistente digital da clínica." A voz é natural, mas a identificação é regra. Desde agosto de 2026 é também obrigação legal na Europa.
Casos fora das regras passam sempre para uma pessoa, com o contexto resumido. As conversas são auditadas todos os meses e o sistema corrige-se com o uso. É por isso que isto é mensal, e não um projeto entregue e esquecido.
Pode. Vendem-se juntos ou separados. O que decide é o canal por onde o seu negócio perde mais contactos, e isso vê-se no diagnóstico antes de haver proposta.
Sem compromisso. Levamos as perguntas, traga os números do seu negócio, e saímos os dois a saber se um agente resolve o seu caso.
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